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Dia 10 de Dezembro é o dia de celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos.



Dia 10 de Dezembro é o dia de celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos.


Foto do perfil de Jacó Lula da Silva, A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo


A celebração dessa data foi escolhida para honrar o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, em 10 de dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, que enumera os direitos humanos básicos que devem assistir a todos os cidadãos.
Neste momento de luta, resistência na defesa da vida e dos direitos, nada mais simbólico que termos nesta data um momento de reflexão sobre nosso futuro, sobre nossas escolhas e sobre o caminho que trilharemos ao lado daqueles que defendem nossa liberdade.
Estamos observando observar grandes desafios a serem enfrentados. Após um período de desenvolvimento em políticas sociais iniciado com nosso presidente Lula, ataques à democracia resultaram em grandes retrocessos. E sempre que você ataca a democracia, você afeta a possibilidade de efetivação dos direitos humanos.
O impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff e a concretização de um golpe impulsionaram um ataque à direitos pactuados na Constituição Federal de 1988. Exemplo disso é a Emenda Constitucional 95 – que congela por 20 anos os investimentos públicos -, a retirada de direitos trabalhistas, a terceirização, a proposta de reforma da previdência, e leis federais como a 13.465/2017, que privatiza milhares de terras públicas no Brasil, sem, no entanto, fazer a reforma agrária.
Nesse cenário, ganham cada vez mais espaço ideias conservadoras e baseadas em um discurso de ódio. Isso tem resultado no ataque a ideias caras à democracia, como o pluralismo. O projeto de ‘Escola sem partido’ – que representa, na verdade, a defesa de um lado só – é exemplo disso. Não à toa é possível observar um aumento nos casos de violência nas escolas e ataques à própria educação.
Vivemos atualmente duas ordens de violência: a primeira, é persistente na sociedade, e representa o assassinato de mais de 60 mil pessoas no Brasil em 2017, os mais de 60 casos de mortes por conflitos no campo e disputa pela terra, o extermínio da juventude negra, e a violência contra as mulheres.
A segunda ordem de violência é essa que desestrutura direitos já conquistados, e que resulta no aumento da vulnerabilidade social da população – fome e miséria passaram a ser estruturais na sociedade brasileira. É dentro desse contexto que se aplicam as políticas de austeridade econômica, que retiram direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e cortam as políticas sociais.
Os movimentos sociais e trabalhadores procuraram lutar contra esses retrocessos. Grandes mobilizações foram registradas desde 2017. Mas o direito de livre manifestação no país foi suprimido pelo golpe político: as pessoas que foram para a rua se manifestar, foram duramente reprimidas, como aconteceu na violenta ação contra manifestantes em Brasília, no dia 24 de maio.
É por isso que somente na luta pela volta de uma democracia plena garantirá a possibilidade de uma sociedade baseadas nos direitos humanos, na solidariedade, e na convivência plural e fraterna.
Estaremos juntos nesta batalha. Será diária. Será firme. Será vitoriosa!

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